segunda-feira, 27 de julho de 2009

PAPAPA *eee* FUTBOL BRASILEÑO 96

Veja, jogos é um dos poucos assuntos que eu consigo escrever. Pelo menos no meu atual estado, onde faz anos que não abro o bloco de notas para simplesmente dissertar sobre algo. Mesmo sobre jogos sou bem limitado, já que por diversos fatos, hardware e consolemente falando, não conheço lá muitos. Então não vou exigir muito de mim mesmo no momento e dissertar sobre algo simples porém fascinante: um dos hacks mais famosos e que fizeram a infância de muita gente. Nada de Winning Elevens e PES da vida, cheio de coisas complicadas e narrações do Galvão Bueno. Se trata de Futebol Brasileiro 96, para Super Nintendo.

Bebeto, Romário, Túlio, Paulo Nunes e Renato Gaúcho na grandiosa abertura
Também conhecido como Ronaldinho Campeonato Brasileiro 98 (versão que eu possuia nos meus tempos de Super Nintendo), ou como diz o narrador, Futebol Brasileño Novienta y Sieis. Se trata (digo, trata-se, mas de língua portuguesa pretendo falar outra hora) de um hack de International Superstar Soccer da Konami, que se espalhou pelo Brasil não-sei-como, mas é algo que tenho curiosidade de descobrir. Afinal como e quem em meados dos anos 90 já conseguia adulterar jogos, ainda mais numa 'mídia' mais inacessível que é o cartucho? Talvez eu seja ingênuo e essas coisas sejam simples de fazer e faz tempo. Eu poderia pesquisar na internerd e talvez descobrir como foi que aconteceu, mas prefiro continuar com isso vagando pela minha imaginação. Digamos que é o uma tentativa de não estragar a magia da coisa. Apesar que eu sei que uma hora vou acabar procurando mesmo. Enfim.

O negócio é que FB96 é um clássico. É infinitamente superior a sua versão original, não há nem comparação. Marcou a mente de muitas pessoas. E por quê? Oras, por nada mais nada menos que sua brilhante narração. Há outros fatores que marcaram o jogo, como seus bugs (gol de meio campo, placares que do nada ficam gigantes, etc), os times (incluindo meu estimado Paraná Clube no tempo em que ainda ganhava alguma coisa) e suas escalações com reservas errados e, claro, a enorme diversão proporcionada. Sim, jogar Futebol Brasileiro 96 é deveras mais divertido que International Superstar Soccer. Nenhum grito de 'Foul!' supera um enérgico e potente 'FARTA!'. É muito mais empolgante, mais desafiante e cativante para o jogador ouvir as belas frases em um idioma que se assemelha a uma espécie de portunhol.

Como ganhar uma partida
Adorava esse uniforme reserva do Paraná. Era o mesmo para todos os times, aliás
Apesar de eu torcer para o falecido Paraná, meu time favorito no jogo é o Fluminense. Não que eu ligue para o de verdade ou qualquer coisa assim. Oras, tem o Renato Gaúcho no jogo. O cara tem todos os status no máximo, então é excelente pra jogar. Com esses status ele tem uma maior facilidade em fazer gols de FORTEBOMBA, o que é uma arte dominada por poucos jogadores.

Maior goleador do Paraná, Saulo faz mais um
Por exemplo, isso me leva a outro assunto. Perceba que falei 'fazer gol de FORTEBOMBA'. O que importa é que o gol é de FORTEBOMBA, não de onde a bola foi chutada. Assim como a parte mais legal de fazer um gol de bicicleta é ouvir o eterno 'A BOMBAAAAA'. E você fazer um pênalti no adversário não é de todo mal, pois pelo menos se divertirá ouvindo 'OE É PÊNALTI' e geralmente em seguida um 'CARTÃO VERMELLO, ECSPULSAL'.

Como era divertido ficar dando carrinho no goleiro pra ser expulso
É fato que cada pessoa possui sua própria interpretação das falas do famoso narrador; não é meu objetivo impor o que ele realmente fala. Até porque seria o mesmo que eu comentei acima sobre estragar a magia. E assim que tem que ser. Viva o eterno narrador do FB :D
Você acha o jogo em qualquer canto aí, só googlar.

Bônus:
Todos as vozes em .wav

Uma partida do jogo:

(ok, na verdade esse vídeo não tem nem narração, mas coloquei porque tem uma música do Bon Jovi :D~ Dirty Little Secret)

Com narração:

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Furúnculos y otras cositas más

Por bruN0.



Sei que o título é infame o suficiente para você não ler o restante do texto, mas acredite... é por um motivo de saúde pessoal! E sua própria segurança, posso te garantir.

Desde quando eu era um pivete remelento (hoje só não sou mais pivete), eu sofro de um mal que muitos dos leitores já devem ter passado dias ou quiçá semanas. FURÚNCULOS. Eu particularmente chamo de "tumores" por causa da minha querida mãezinha, que provavelmente não gosta muito dessa palavra que tem uma sílaba tão infame e lembre algo tão orriveu. Mas enfim... conheça um furúnculo!

furúnculo!

Achou um nojinho, cheio de sangue e pus? Já conhecia? Ok, não parece ser muito convidativo... mas imagina vários deles pelo corpo! Sim, o nome que se dá a esse processo é a furunculose, que é quando a bactéria causadora (geralmente a maldita Staphylococcus aureus) cai no sistema sanguíneo e resolve brincar de SimCity na sua superfície corporal. Antes que você corra pra Wikipedia e economize tempo lendo informações úteis a respeito, vamos a parte interessante do texto.

Pelo que vocês viram, um furúnculo é o suficiente para causa dores de cabeça o suficiente por um tempo. E claro... DÓI PRA CARALHO! Agora imagine isso num lugar bastante desconfortável. Sim leitor, esse que vos escreve está atualmente com um furúnculo na nádega direita! Ao ponto de qualquer movimento (sentar-se, levantar-se, deitar-se...) que exija um contato mais direto com a área nadegal seja feita com uma dor digna de querer se jogar num metrô em movimento (desculpa Narugami, mas não poderia perder a chance).

E se você já teve furúnculos, leitor, a chance de que um deles tenha sido no seu higiênico traseiro é bem razoável. Além da alta transpiração e de provavelmente ser uma região bem pelúcida, se você vive num buraco quente como Fortaleza, a temperatura da região glútea enquanto você está sentado nerdando pela Internerd é digna de Guiné-Bissau em plena 13:00.

Mas tudo isso tem cura! Na verdade, os nossos amiguinhos furúnculos aparecem e se vão como o vento. Na maior parte dos casos, a cura aparece naturalmente e a vítima dessa praga não precisa fazer muita coisa a não ser gemer de dor nos próximos dias. Pomadas são úteis (como a famosa Furacin) e antibióticos mais ainda (mas devidamente indicados por profissionais hein?), mas o melhor a se fazer é ter paciência, esperar o troço literalmente explodir e fazer uma festa de nojinho drenando o local. Que beleza!

Mas se você é tr00 black metaller from hell, você tem outra alternativa... os instrumentos são uma faca de cozinha, um fósforo aceso e MUITA coragem. Aliás, coragem não... loucura mesmo! O resto é por sua própria conta em risco, sabichão.

E você leitor que me pergunta porque raios resolvi escrever sobre assunto tão esdrúxulo... bem, se um dia você tiver algo explodindo na sua pele e não souber o que fazer, pelo menos você saberá que não é o único e que ter um furúnculo no rabo é SEMPRE pior.

Link útil!

Queridos suicidas,

Suicidas, não qualquer um, mas aqueles que pretendem se jogar ou os felizardos que já se jogaram na linha do metrô ou na linha de trem, ganham uma posição no topo de uma lista de raças desgraçadas que vivem na mesma sociedade que as pessoas normais, onde suas funções são a de atrapalhar a vida do coletivo, para exemplificar, os motoboys.

Já considero suicida uma desgraça por si só, não são capazes de manter um mínimo de decência na vida e acabam virando emos depressivos e assumem a função de reclamar que a vida é uma bosta, que nada vai mudar e que ninguém os ama. Nem pensam em tentar mudar a vida pra algo melhor, somente se lamentam cada vez mais até um ponto onde simplesmente desistem dessa vida sofrida (somente pra eles, pro resto da sociedade é um mar de rosas). Entendo que existam diversos motivos para uma pessoa chegar ao nível de querer se suicidar, a vida amorosa está uma droga, uso exagerado de drogas, a sociedade exigindo muito da pessoa, insanidade, emisses em geral, medicamentos tarja preta e qualquer outro motivo bizarro que possa levar um ser a tirar a própria vida. Já observei de perto o drama de uma família onde uma pessoa querida e importante se suicidou, por causa de remédios, não é fácil para a família nem para amigos.

Existe diversas formas de cometer suicídio, cordas, venenos, pular de prédios, se jogar na frente de carros em alta velocidade, dar uma facada na barriga, muitas formas, mas somente uma é condenável, quando a pessoa se joga na linha do metrô. Não basta a pessoa desejar tirar a própria vida, como também atrapalha a cidade inteira, o metrô ou o trem é utilizado por milhões de pessoas e cada trecho da linha precisa estar em perfeitas condições para que nada pare a linha e a cidade.  Uma falha ou outra na linha acontece, já que é algo complicado de manter em perfeito funcionamento 24/7, mas são todas “fáceis” de resolver e nem por isso a cidade inteira para.

Quando um lesado suicida se joga na linha, a estação inteira fica caótica, todo mundo correndo tentando fugir de alguma coisa, como se fossem culpados pela morte do infeliz, que está espalhado por boa parte da linha. É uma correria desgraçada e os sortudos que estão presentes na hora do ato, com certeza não ficam felizes com a cena e é bem capaz que alguns se traumatizem com a imagem de uma pessoa comum entrando na frente do metrô ou do trem, assim tão perto delas. Caótico, e isso só no primeiro momento, a linha inteira fica parada para os funcionários poderem retirar restos e limpar algumas manchas vermelhas, quem já estava dentro de um vagão, com pressa pra chegar a algum lugar, é obrigado a ficar parado por minutos e se bobear horas, por experiência própria sei o quanto é ruim ficar parado na mesma estação por uma hora, alguns podem dar a sorte e ficarem no vagão de algum metrô que está parado no túnel. Esse tipo de transporte público é usado por todos, desde crianças a senhores de idades, imagine uma criança pequena e as chances da cena traumatizar o pobre coitado, levando em conta que algumas crianças achariam a coisa mais legal do mundo uma pessoa ter entrado na frente do metrô ou do trem e sumido!

Tento imaginar o que se passa pela cabeça dos suicidas, talvez “vou morrer mesmo então vou atrapalhar a vida de milhões de pessoas!”, existem tantas maneiras de se suicidar e mais “seguras”, como as que eu citei no terceiro parágrafo, o que leva uma pessoa a saltar na linha? Claro, é rápido e fácil, mas sempre vai ter alguém que vai tentar segurar e existem guardas que vão fazer questão de botar o cara pra fora da estação depois, existe também a possibilidade de se usar uma corda, o que é mais demorado, só que se a pessoa consegue achar um lugar calmo, é morte na certa, agora se intenção é chamar a atenção, basta se jogar de um prédio, isso sempre aparece na TV e vale lembrar que nunca vi na TV matérias sobre pessoas que se jogaram da linha, somente uma vez eu vi uma tentativa que foi frustrada, ou seja, o infeliz não conseguiu nem se matar.

Não vou me aprofundar muito nisso, mas fica aqui minha recomendação, se você que está lendo esse texto estiver pensando em se suicidar, faça isso, do fundo do meu coração, faça isso. Mas tente ficar longe das linhas do metrô ou das linhas do trem ou de outros lugares onde a sua morte vai causar atraso para as outras pessoas, existem tantas formas, tente todas se possível até achar a que mais se adequada a você.

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Ah sim, esse é meu primeiro post aqui, fica o oi.

Narugami.

sábado, 30 de maio de 2009

Schizocast 2 - Fou (Diogo Ribeiro)

Por bruN0.



Não, não! O Schizocast não é mais um projeto descontinuado! A prova disso é que 1 mês e meio depois, o blog Stay Schizo lança a segunda edição do famigerado podcast. Dessa vez com a ajuda dos convidados especiais Apoka (vulgo Diretor Malvado), Lazz, Morbak (devidamente batizado na última entrevista) e Kletian (como o marmanjo apaixonado), Lake e bruN0 sabatinaram um dos ícones alternativos e usuário gaúcho mais conhecido do canal.

Histórias a respeito de seus gostos peculiares, a vida como peão de carga universitário em ciências da computação, sua relação com Macs e o indefectível BATE BOLA, JOGO RÁPIDO são por conta da casa. Entre aí, pegue uma bebida e ria um pouco das desgraças nerds do dia a dia! E como sempre, poste seu comentário. Fale mal do microfone, das cortadas, da duração ou de loucuras da edição, o espaço é seu. E esperamos voltar (de preferência o quanto antes) para mais momentos esquizofrenicamente hilários. Rumo ao #3!

Schizocast 2 - Fou

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Schizocast 1 – Morbak (Rafael)

Por bruN0.


É com orgulho que apresento o mais novo projeto (des)interessante do blog Stay Schizo no intuito de receber mais visitas e postagens igualmente úteis para o progresso desse sítio arqueológico internérdico. O Schizocast nada mais é que o podcast oficial do blog, cujo interesse é ver os pontos de vista musicais, culturais, gamísticos (?), esquizofrênicos... enfim, nerds em geral. Com doses de humor, aleatoriedade e nostalgia, entrevistamos alguns símbolos da #schizo.

Como cobaia e entrevista experimental, entrevistamos Morbak, também conhecido Rafael Barç... opa, nome censurado! Comparado com outros usuários, ele é relativamente novo no canal, então como "batismo de fogo", utilizamos o arqueiro lvl. 1 de 20 anos de idade como a primeira versão desse projeto da Internerd 2.0. Como entrevistadores, temos bruN0 (cara do sotaque cearense e vozinha fina) e Lake (cara da voz imponente e simpática). Vozes aleatórias e risadas ao fundo: Lazz (risadas femininas) e Apoka (voz tenebrosa do diretor). Eventualmente aceitamos críticas e sugestões para próximas entrevistas. Faça o Schizocast melhor, comente e fale mal do diretor malvado!

E que venham muitos Schizocasts!

Schizocast 1 - Morbak

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Alien Nation

Até que ponto vai a alienação dos brasileiros? Roupas de acordo com as tendências da moda, gostos musicais definidos pelos convidados do programa do Faustão, manipulação de informações, falta de personalidade - a ponto de tentarem imitar personagens de novelas, séries, filmes, etc. - ignorância política, e muitos outros fatores que fazem o Brasil parecer ter regredido à Idade das Trevas.

A tal "Era da Informação" faz os cidadãos aparentarem ter mais conhecimento, mas é fácil perceber como essa realidade é superficial. Será mesmo que os telejornais são totalmente imparciais? O que tantas pessoas de classe média e baixa viram na televisão e comentam com vizinhos e amigos é verdade? Será que não houve sensacionalismo ou manipulação sobre a notícia do seqüestro daquele empresário, ou da morte do jovem nas mãos de policiais?

Não que o problema seja o cidadão não saber que é massa de manobra, ele sabe disso. Bom, pelo menos acha que sabe. É a conseqüência de tanta informação disponível, faz com que esse tipo de pessoa ache que sabe o que pensa, quem é, por que faz tais escolhas no dia-a-dia e por aí vai. Satisfação por viver uma ilusão, oh, doce ilusão. E aí vem um problemão: o conceito de conhecimento, que mudou ao longo desses anos... Onde o mais sabido é aquele que "sabe" como foi a morte da Isabella, aquele que "sabe" qual foi o xingamento do ator global ao repórter do SBT, aquele que "sabe" qual era a marca do guardanapo usado pelo presidente da República no almoço em família no último domingo...

Enfim, não é mais aquele que realmente viveu várias experiências ou que tem amplo conhecimento nas ciências exatas ou biológicas que é considerado o sabido, são os iludidos, os alienados, enquanto as pessoas com alguma instrução são os alienígenas, os estranhos. Pois é, parece que os sabidos foram substituídos, junto com o conceito de conhecimento. Parece que os agora estranhos não são mais tão sabidos. E, se, assim como nosso caráter, a cultura, a educação, a sociedade brasileira é fruto de nossas decisões, os sabidos são os principais ignorantes nessa história, por terem deixado isso acontecer. Pior: por terem feito a escolha de um Brasil alienado, mergulhado nas trevas da ignorância.

A diferença entre a Idade das Trevas que estamos vivendo e a Idade Média é, respectivamente, a mesma entre a loira burra e a loira inteligente (a burra acha que sabe, e a inteligente sabe que é burra). O que muda é que não é só a diferença entre as loiras das duas épocas, mas entre os cidadãos.

Enfim, deixem-los viver sua ilusão, afinal, "se for para viver uma fantasia, que essa dure para sempre". Enquanto isso, nós, que protestamos para lerem livros ao invés de perderem tempo no Orkut e no MSN, para ouvirem Mozart e Beethoven ao invés de Racionais MC e MC Créu, para dançar salsa e valsa ao invés de A Dança do Quadrado e rebolation... Enfim, nós, que estamos aí sempre cuidando da vida dos outros, tentando impor nossa personalidade e opiniões sobre a massa, continuaremos a ser os sabidos entre o povão. Bom, pelo menos é o que achamos. Que nossa fantasia dure para sempre.

domingo, 9 de março de 2008

Vocalista da banda Schizophrenie sai após discussão interna

Por bruN0 (Carl Krebs).



ESTOCOLMO, Suécia - Após desentendimentos entre os integrantes, a saída de Casper Svenningsen, vocalista e baixista da banda de rock dinamarquesa Schizophrenie, foi oficializada nesse domingo. Casper fazia parte da formação inicial do conjunto e alegou "um clima chato e falta de utilidade" na banda. Com a saída, o conjunto agora é formada somente por Kim Hansson e Carl Krebs, ambos guitarristas e líderes da banda. O grupo atualmente está no final da turnê pelo single "The Good Lord From The Devil" e é uma das mais renomadas no cenário experimental dinamarquês.


Mudanças na formação e futuro incerto


Após a saída de Casper Svenningsen, vários boatos formaram-se a respeito da futura formação da banda. Apesar do anúncio, o ex-vocalista e baixista do conjunto anunciou que somente irá formalizar sua decisão no dia 23, logo após o último show da turnê em Copenhague. Também existe a possibilidade de Casper integrar-se temporariamente a banda para a gravação de um novo disco até o meio mês que vem, atrasando ainda mais a saída oficial Com a presença de dois instrumentistas de mesma função, Kim Hansson anunciou que assumirá a função de baixista na próxima turnê, anunciada para começar no final de abril. Carl Krebs também anunciou que provavelmente a banda manterá a formação, apesar do desejo do líder do conjunto em convocar outro músico para o grupo.

O anúncio da saída de músicos da Schizophrenie não surpreendeu os fãs, pois há meses Casper trocava farpas publicamente com os outros dois guitarristas. Apesar do mal estar notório no ambiente da banda, a saída do baixista foi amistosa e anunciada em uma entrevista coletiva no estúdio da gravadora RockTarts em Estocolmo. A saída anterior de outros membros, como a baterista brasileira Fabiana Bastos e a vocalista dinamarquesa Amelie Klein, foram mais traumáticas, pois não faziam parte da formação inicial da banda. Casper anunciou também anunciou que pretende seguir carreira solo no blues rock dinamarquês, cogitando manter contato com a Schizophrenie. Não foram revelados detalhes de possíveis divisões de verba entre a banda e possíveis mudanças no repertório.

(e qual é o problema de ter um pouco de roleplay no Popomundo?)